
Sem duvida essa é a banda que mais vem se destacando no cenario Metal de nosso Agreste baiano e nunca vi uma banda tão foda como esta na nossa região no campo do Metal Extremo. Banda formada na cidade de Euclides da Cunha, no ano de 2007, por Humberto Amorim (Vocals), Robson Santana (Guitars), Jackson Lima (Bass) e Neilton Filho (Drums). Os caras se juntaram com a ideia de fazer musica pesada, bruta e carregada de melodias. Buscando fazer algo diferente no cenario. "Red Sorrow", é o primeiro trabalho, lançado em 2008 a mesma contem oito músicas, contanto com as participações de Anderson Pinheiro (Sertannia) e Pedro Augusto (Human). Desde março de 2008 os caras ja fizeram shows nas seguntes cidades de nossa região: Monte Santo, Tucano, Araci, Ribeira do Pombal, Trapuca (povoado de Tucano, que inclusive acontece hoje - 07/11) e é claro em sua cidade natal. Os proximos serão em Cicero Dantas, no Boqueirão Rock Metal Festival e na capital Salvador no Evisceration Metal Festival, que acontecera nos dias 19 e 20/12. Bom, chega de bla, bla, bla... e vamos ao que interessa que é o papo que bati no msn com o Humberto vocal da Parthak. Confira...
1 - Salve amigos deathbangers de nosso sofrido agreste baiano é um prazer esta os entrevistando para o Agreste Rock Unido. Pra começo de conversa peço que apresente aos leitores deste a Parthak e revele o significado deste nome meio estranho.
Parthak: Bem, este nome surgiu quando voltávamos de um show realizado em Algodões, até então nosso nome seria Lemúria. Nosso baterista em uma conversa jogou no ar o nome Parthak e achei muito bom, pois soava bem e fugia dos padrões de bandas de metal que geralmente usam nomes em inglês. Fui fazer uma pesquisa e descobri que Parthak existia em um livro intitulado Os deuse de Marte, também é tipo um título na Índia e é um meio de transporte russo. Então deixamos para as pessoas darem significado ao nosso nome. O mais próximo está no personagem do livro.
2 - Mais qual é o significado deste nome? Quem era este Parthrak no livro Os Deuses de Marte e que titulo é este na India?
Parthak: Parthak era um guerreiro de uma das regiões do planeta Marte, mas que em nosso disco ganhou uma conotação maior por se tratar do personagem principal. Ele representa a vontade do homem, o livre arbítrio, ou seja, seria como alguns dos homens que lutaram contra os dogmas religiosos e queriam pensar livremente, livrando-se do jugo da religião. Na Índia, seria algo como senhor para nós brasileiros, é um termo que não tem apenas um significado na língua indiana. Muitas vezes serve para se referir a uma pessoa que tem importância em determinado momento ou recinto. Esse termo também designa um tipo de medicação em alguns laboratórios. Como disse é um nome que tem vários significados e qualquer um pode atribuir o que quiser relacionado ao nome, mas como disse o mais próximo está ao personagem de Edgar Rice Burroughs, no entanto em nosso trabalho ele ganha mais destaque e por isso cognomina nossa banda.
3 - Quais bandas os inspiraram a compor as composições sonoras de vocês? Quais são as influencias musicais de vocês?
Parthak: No processo de criação do conceito das músicas tivemos como parâmetro bandas como Opeth, Iron Maiden, Into Eternity e até mesmo My Dying Bride, pois os integrantes da banda estavam familiarizados com esses grupos musicais.
Nossas influências vão desde metal até música regional nordestina, como se pode notar em uma passagem da música Mars Abyssals. Como temos gosto muito variado essa influências aparecem ao longo do álbum, principalmente quando flertamos com linhas mais melódicas. Nosso guitarrista curte mutio Dragonland, Helloween e Divine Heresy; o baixista é fã de metal mais extremo e curte muito Behemoth, Moonspel e Six Feet Under; o baterista adora Dream Theater, Hangar e curte até Torture Squad e devido a isso tem uma pegada bem progressiva na execução de suas partes.
Eu sou muito influenciado pelo death metal e curto Nile, Amorphis , Massacre. Então as linhas de vocal vão por esse prisma, mas como bom ouvinte escuto outros gêneros do metal e até jazz ou blues.
4 - Hum...legal! E as composições líricas de suas musicas. De onde vem inspiração para escrevê-las.
Parthak: Me inspirei no Livro de Edgar Rice Burroughs, "Os deuses de Marte", mas a maior parte de minha criação advêm do meu contato com a Física e Filosofia. As letras abordam um conceito o do livre arbítrio, ou seja, a liberdade de escolha como ponto de evolução no pensamento. Nesse contexto Agusto dos Anjos e Álvares de Azevedo, além de Dostoiévski, Voltaire, Kierkergaard servem para a concepção das letras. Também tem meu próprio ponto de vista ante ao mundo e aos dogmas que são estabelecidos como verdades irrefutáveis e que se analisarmos bem podemos sim deasafiá-los e raciocinarmos por nós mesmos. Em suma as letras que escrevo vem de meu contato com a literatura e as Ciências Humanas e Exatas
5 - Todos escrevem na banda ou só você?
Parthak: As letras ficam ao meu encargo, talvez por eu gostar muito de criar e também por estar me formando em Letras. Os outros membros gostam mais de compor a música então venho com as letras e vou encaixando no contexto sonoro. Tem esse meu contato com a literatura que ajuda bastante, pois escrevo poesias também e alguns contos.
6 - Então você tambem escreve contos e poesias, heim? Poesias românticas? hahaha Brincadeira... fale um pouco destas suas obras? Tem como me mandar os contos pra eu ler?
Parthak: Ah sim, mas espero lançar estes contos um dia, assim que forem publicados, por mim mesmo ou por alguma editora, tornarei eles públicos. O criador nunca deve revelar sua criatura sem dar um acabamento final. Acho isso até irônico, pois a humanidade foi revelada sem uma finalização adequada pela natureza (risos) Escrevo poesias sobre uma diversidade de assuntos, inclusive sobre manipulação e o contato entre os europeus e o que chamo de "brasileiros" originais, os povos que aqui habitavam primeiro. Tenho algumas poesias com características do romantismo mas nada tão meloso.
7 - Vamos agora falar um pouco do primeiro trabalho de vocês que é a “Red Sorrow”, qual a importância deste e como esta a distribuição, divulgação e aceitação dela?
Parthak: É nosso primeiro trabalho e por isso serve como cartão de visitas para os ouvintes de metal. Trata-se de um disco conceitual em que exploramos as influências de cada membro da banda, além disso, em nosso entendimento o álbum apresentou a Bahia e Brasil que bandas do interior podem tocar bem esse tipo de música. No momento nossa distribuição é realizada por nós mesmos devidos às condições financeiras, mas na internet tem sido bem veiculado e bem aceito.
A partir desse nosso trabalho é que conseguimos realizar mais shows e visitar outras cidades mostrando nosso som ao vivo e a cores
Parthak: Bem, este nome surgiu quando voltávamos de um show realizado em Algodões, até então nosso nome seria Lemúria. Nosso baterista em uma conversa jogou no ar o nome Parthak e achei muito bom, pois soava bem e fugia dos padrões de bandas de metal que geralmente usam nomes em inglês. Fui fazer uma pesquisa e descobri que Parthak existia em um livro intitulado Os deuse de Marte, também é tipo um título na Índia e é um meio de transporte russo. Então deixamos para as pessoas darem significado ao nosso nome. O mais próximo está no personagem do livro.
2 - Mais qual é o significado deste nome? Quem era este Parthrak no livro Os Deuses de Marte e que titulo é este na India?
Parthak: Parthak era um guerreiro de uma das regiões do planeta Marte, mas que em nosso disco ganhou uma conotação maior por se tratar do personagem principal. Ele representa a vontade do homem, o livre arbítrio, ou seja, seria como alguns dos homens que lutaram contra os dogmas religiosos e queriam pensar livremente, livrando-se do jugo da religião. Na Índia, seria algo como senhor para nós brasileiros, é um termo que não tem apenas um significado na língua indiana. Muitas vezes serve para se referir a uma pessoa que tem importância em determinado momento ou recinto. Esse termo também designa um tipo de medicação em alguns laboratórios. Como disse é um nome que tem vários significados e qualquer um pode atribuir o que quiser relacionado ao nome, mas como disse o mais próximo está ao personagem de Edgar Rice Burroughs, no entanto em nosso trabalho ele ganha mais destaque e por isso cognomina nossa banda.
3 - Quais bandas os inspiraram a compor as composições sonoras de vocês? Quais são as influencias musicais de vocês?
Parthak: No processo de criação do conceito das músicas tivemos como parâmetro bandas como Opeth, Iron Maiden, Into Eternity e até mesmo My Dying Bride, pois os integrantes da banda estavam familiarizados com esses grupos musicais.
Nossas influências vão desde metal até música regional nordestina, como se pode notar em uma passagem da música Mars Abyssals. Como temos gosto muito variado essa influências aparecem ao longo do álbum, principalmente quando flertamos com linhas mais melódicas. Nosso guitarrista curte mutio Dragonland, Helloween e Divine Heresy; o baixista é fã de metal mais extremo e curte muito Behemoth, Moonspel e Six Feet Under; o baterista adora Dream Theater, Hangar e curte até Torture Squad e devido a isso tem uma pegada bem progressiva na execução de suas partes.
Eu sou muito influenciado pelo death metal e curto Nile, Amorphis , Massacre. Então as linhas de vocal vão por esse prisma, mas como bom ouvinte escuto outros gêneros do metal e até jazz ou blues.
4 - Hum...legal! E as composições líricas de suas musicas. De onde vem inspiração para escrevê-las.
Parthak: Me inspirei no Livro de Edgar Rice Burroughs, "Os deuses de Marte", mas a maior parte de minha criação advêm do meu contato com a Física e Filosofia. As letras abordam um conceito o do livre arbítrio, ou seja, a liberdade de escolha como ponto de evolução no pensamento. Nesse contexto Agusto dos Anjos e Álvares de Azevedo, além de Dostoiévski, Voltaire, Kierkergaard servem para a concepção das letras. Também tem meu próprio ponto de vista ante ao mundo e aos dogmas que são estabelecidos como verdades irrefutáveis e que se analisarmos bem podemos sim deasafiá-los e raciocinarmos por nós mesmos. Em suma as letras que escrevo vem de meu contato com a literatura e as Ciências Humanas e Exatas
5 - Todos escrevem na banda ou só você?
Parthak: As letras ficam ao meu encargo, talvez por eu gostar muito de criar e também por estar me formando em Letras. Os outros membros gostam mais de compor a música então venho com as letras e vou encaixando no contexto sonoro. Tem esse meu contato com a literatura que ajuda bastante, pois escrevo poesias também e alguns contos.
6 - Então você tambem escreve contos e poesias, heim? Poesias românticas? hahaha Brincadeira... fale um pouco destas suas obras? Tem como me mandar os contos pra eu ler?
Parthak: Ah sim, mas espero lançar estes contos um dia, assim que forem publicados, por mim mesmo ou por alguma editora, tornarei eles públicos. O criador nunca deve revelar sua criatura sem dar um acabamento final. Acho isso até irônico, pois a humanidade foi revelada sem uma finalização adequada pela natureza (risos) Escrevo poesias sobre uma diversidade de assuntos, inclusive sobre manipulação e o contato entre os europeus e o que chamo de "brasileiros" originais, os povos que aqui habitavam primeiro. Tenho algumas poesias com características do romantismo mas nada tão meloso.
7 - Vamos agora falar um pouco do primeiro trabalho de vocês que é a “Red Sorrow”, qual a importância deste e como esta a distribuição, divulgação e aceitação dela?
Parthak: É nosso primeiro trabalho e por isso serve como cartão de visitas para os ouvintes de metal. Trata-se de um disco conceitual em que exploramos as influências de cada membro da banda, além disso, em nosso entendimento o álbum apresentou a Bahia e Brasil que bandas do interior podem tocar bem esse tipo de música. No momento nossa distribuição é realizada por nós mesmos devidos às condições financeiras, mas na internet tem sido bem veiculado e bem aceito.
A partir desse nosso trabalho é que conseguimos realizar mais shows e visitar outras cidades mostrando nosso som ao vivo e a cores
8 - A Parthak é a primeira banda de Metal aqui da nossa região que vem conseguindo algumas conquistas. Como tocar por quase todas as cidades e ainda com show em um grande evento na capital. A que se deve todas essas conquistas e vocês já esperavam todo este retorno?
Parthak: Bem, se deve a uma divulgação por vários meios de comunicação e provavelmente à qualidade de nossas composições presentes em "Red Sorrow". Também ótimos contatos para participar nestes eventos, porém se deve mesmo ao efeito produzido por nossas músicas, afinal tem muitas pessoas que quando sabem que somos do interior (da região) não acreditam. Essa receptividade não foi programada e demorou até um pouco para que fôssemos reconhecidos na própria região, mas para nós será ainda melhor quando excursionarmos por outros estados brasileiros. De longa data deixamos claro que o principal reconhecimento vem dos ouvintes da Bahia e devemos muito do que somos hoje aos admiradores da nossa região.
9 - Como esta os preparativos de vocês para se apresentarem pela primeira vez no Boqueirão Rock Metal Festival em Cicero Dantas e para o primeiro show na capital? O que o publico de ambos os eventos podem espera de vocês?
Parthak: Estamos ensaiando e ao mesmo tempo compondo novas músicas. Também tem um preparo psicológico por conta da ansiedade que causa um certo nervosismo. Por conta desse eventos temos nos dedicado a deixar as músicas bem estruturadas nos preocupando com a qualidade da apresentação em si, pois primamos por isso. Os público de Cícero Dantas e da capital podem esperar muita garra e energia, regada a alguns goles de cerveja. daremos tudo de nós para satisfazer a sede dos "headbangers' que aguardam esses eventos.
10 - A banda esta ai com a turne da demo. Como tem sido o agendamento dos shows e das apresentações ate o momento feitas qual você destacaria? E que reclamações ou sugestões tem pra dar aos organizadores dos eventos?
Parthak: O agendamento este ano foi muito bom , pois tocamos em lugares diferentes e conseguimos alcançar alguns de nossos objetivos, dentre eles vai ser o de tocar no "Boqueirão" e na capital. Apesar de tocarmos em meses alternados atingimos outras cidades, um apena termos cancelado o show em Tracupá por problemas mais pessoais que causados pela organização, desde já queremos nos desculpar e prometemos tocar em outra ocasião. Em nossa opinião as nossas apresentações em Araci e Ribeira do Pombal foram as melhores pela garra do público e pelo nosso desempenho em palco. O que posso sugerir aos organizadores é que pelo menos se atenham à questão do som e divulgação, pois dão dois aspectos que dão o upgrade do show. Um bom equipamento de som e uma ótima divulgação faz a cena se fortalecer e crescer.
P.S : Devo ressaltar que o público de Ribeira do Pombal nesse show estava insano e bem caloroso conosco, por isso temos boas recordações dessa apresentação!
P.S : Devo ressaltar que o público de Ribeira do Pombal nesse show estava insano e bem caloroso conosco, por isso temos boas recordações dessa apresentação!
11 - Com que olhos tu ve o cenario underground de nossa região?
Parthak: Cara, percebo que há um certo crescimento, mas não fico criando muitas expectativas. Essas coisas levam tempo para que possam evoluir, afinal há uma tendência maciça de os jovens da região ainda preferirem outros estilos musicais. Agora, a algum tempo veem surgindo interesse por outras pessoas cansadas de modismos, por conta desse panorama é que tem surgido novas bandas. O grande problema se centra em outros pontos, tais como educação e desemprego,; quando aparecem adeptos do estilo de som, geralmente acabam indo embora para outras localidades então o público que estava crescendo diminui novamente. O nosso grande problema é social e espacial. Mas, fico feliz e notar que nos eventos cada vez mais aparecem pessoas quer pra curtir o som quer por curiosidade. As bandas e pessoas que curtem rock e metal em geral só não podem desistir!
12 - Concordo meu caro. Por aqui muitos foram embora, mais tem surgido novos seguidores... Falando nestes, o que tem a dizer sobre os que extrapola com radicalismo inconsciente e como o uso de drogas pesadas e badernas? Não percebendo que assim ele só vai ta difamando o nosso movimento e arrebentando não só com a vida dele como com a dos que também gosta de Rock?
Parthak: Logo irão perceber que tudo na vida passa e muda , inclusive nossa forma de pensar. Nunca fui adepto de radicalismos prematuros que só denigrem nossa imagem. Muitos usam drogas e cometem atos delinqüentes e isso é uma forma que encontraram para expressar sua raiva contra o sistema, mas ao meu ver a melhor resposta é estar no meio deles e mostrar o quanto somos capazes de interagir, o quanto sabemos lidar com as situações expostas no dia-a-dia. Sou professor e muitos quando me escutam cantando e acompanha as letras me parabenizam por ter esse modo de vida e, no entanto ser rico culturalmente. Não estou aqui proibindo ninguém de usar entorpecentes ou algo do gênero, cada um faz aquilo que quer, mas o que devemos pensar é que certas atitudes reduzem espaços para shows e levam a um pensamento coletivo estereotipado. Assim como curto Hypocrisy, gosto de ouvir A-ha, o radicalismo só inibe nossa capacidade cognitiva e reduz nosso contato com outras coisas.
13 - Sei que já planejam pro ano que vem lançar um novo trabalho. Quais as composições prontas pra ele e sobre que temas elas falam? O que terá de novidade neste próximo e ainda será de forma independente?
Parthak: Bem, as letras já foram praticamente finalizadas e temos algumas composições em andamento. Logo que tivermos algo já arranjado e bem elaborado iremos disponibilizar a versão demo em nosso myspace. Dessa vez o tema central é a vida de um presidiário na Sibéria, passando por momentos de observação sobre a vida na prisão e comportamento deste e de seus companheiros em relação ao estado de criminoso. A fonte de inspiração vem de um livro do autor russo Dostoiévski e basicamente estaremos falando de suas próprias experiências como "forçado" na prisão siberiana. A novidade como já diz o termo não pode ser revelada senão deixa de ser, só posso adiantar que termos músicas mais diretas. Quanto a se vai ser independente ou por algum selo será resolvido de acordo com o desenrolar das negociações com interessados no material.
14 - Bom, agora deixo o espaço pra suas palavras finais... Foi um prazer entrevista-los...
Parthak: Foi um imenso prazer conceder essa entrevista! Esperamos que todos que forem pro Boqueirão curtam o show e apóiem as bandas que lá estarão e que possamos nos unir para não deixar o rock e metal padecer e sim continuar eterno em nossas terras. Agradeço em nome da Parthak o espaço que nos foi dado e ouçam "Red Sorrow" no último volume!
Contatos: parthak@hotmail.com

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